Siga-nos

Atualidades

José Avelino Atalla lança “Rua Nova” e “Memória” nas principais plataformas de streaming

Avatar

Publicado

em

O músico José Avelino Atalla lançou dois de seus principais álbuns nas plataformas digitais, como Spotify e Apple Music. Confira os detalhes.

José Avelino Atalla lançou seus dois álbuns “Rua Nova” e “Memória” em todas as plataformas digitais de streaming, como o Spotify. Os álbuns trazem mais de 10 faixas cada, que são de composições autorais.

Em 2004, o músico gravou o seu primeiro álbum “Rua Nova”, logo após, veio “Memória” em 2008. Hoje, doze anos depois, podemos ouvir as canções em todas as plataformas digitais — que atingem públicos inimagináveis, algo muito importante para um músico.

Após cancelar casamento, Mariana Rios anuncia gravidez

“É muito forte a compreensão de que qualquer pessoa no planeta pode me ouvir. Ontem um amigo me mandou uma mensagem de Portugal dizendo que estava ouvindo meu álbum. Nunca imaginei isso”, disse José Avelino Atalla.

O músico José Avelino Atalla lançou dois de seus principais álbuns nas plataformas digitais, como Spotify e Apple Music. Confira os detalhes.
O cantor José Avelino Atalla em estúdio.

Através de suas composições, pode-se notar o cronismo musical, presente em praticamente todas as canções. Avelino conta um pouco sobre a criação: “O processo criativo é muito misterioso, sem demagogia. A impressão que eu tenho é que a música quer vir ao mundo e os compositores somos apenas o veículo. É claro que tem muito de técnica e tudo o mais, mas não creio que alguém consiga explicar exatamente”, afirma.

Quem ouve os dois álbuns do cantor, nota que o “Rua Nova” possui uma sonoridade diferente do “Memória”. A explicação para isso está no ano de composição das músicas, que são distintos.

Após José Loreto, Débora Nascimento também é dispensada pela Globo

“As músicas de ‘Rua Nova’, salvo a letra de ‘Laura’, foram compostas no final dos anos 1970, início dos 1980, quando eu ainda tentava um caminho pela via da música. Quando gravei, fiz questão de respeitar ao máximo a sonoridade e as ideias de arranjo originais. ‘Memória’, ao contrário, já tem uma sonoridade mais madura, mais parecida com o que sou hoje, musicalmente falando”, explica.

Outra percepção é distanciamento do tempo de gravação (2004 – 2008). José Avelino justifica para fãs: “É difícil gravar um álbum quando não se tem uma estrutura profissional. Considerando que sou um músico não profissional, ou seja, não vivo disso, não é a minha profissão, até que 4 anos não é muito.”

Val Marchiori é condenada a pagar R$ 30 mil a Ludmila por fala racista

Na letra de “Memória” pode-se perceber um marcante jogo de palavras que diz “Abro os meus porões, jorram borbotões de antigas histórias”. “Memória é uma canção feita para meu pai. Fala da saudade que tenho dele e das histórias que vivemos juntos. Quando fazia, imaginava que ele ouviria lá de onde estivesse e reconheceria cada verso”, conta o artista

As influências de José Avelino Atalla

Produtor e amigo do artista no estúdio de gravações.

Ao longo da entrevista, é facilmente percebida a importância da música na vida de José Avelino Atalla, o que se leva ao desenvolvimento da curiosidade em saber quais foram suas referências e qual a influência da música no homem que é hoje.

“Música sempre esteve presente em minha vida, desde a primeira infância. Todas as minhas lembranças mais queridas têm uma espécie de ‘fundo musical’. Na verdade, desde que me entendo por gente sempre quis ser músico profissional. Não consegui por diversas razões, mas ainda assim, sou músico”, revela.

“Músico amador, do verbo amar. Minha geração foi fortemente influenciada pelos Beatles. Minha primeira memória musical é o ‘Yeah, Yeah, Yeah’ de ‘She Loves You’. Eu não chamaria de carreira, mas quando comecei a estudar um pouco de música, minha principal referência foi Tom Jobim. Do ponto de vista do gosto pessoal, adoro o samba-canção. Ary, Lupiscínio, Caymmi, Noel etc.”, completa.

Por fim, o assunto que mais tem sido falado, sobre produzir durante a quarentena, ou não produzir, porque psicologicamente é um período denso: “Com pandemia ou sem pandemia, com todas as decepções e tristezas que estamos vivendo, é impossível parar de criar. A arte é uma imposição, é da natureza humana. Na verdade, é o que nos define, o que nos justifica como povo, como raça humana, como humanidade. Como disse Vinicius, ‘no entanto é preciso cantar, mais que nunca é preciso cantar’, finaliza o artista.

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Continue navegando ;)

© 2020 Oba! Noticias. Todos os direitos reservados.